As tragédias e a fragilidade da vida

A vida e as tragédias. Mesmo não querendo, elas andam juntas. Em 17 dias, uma sucessão delas. Lama, água, fogo, ar. Ficamos assustados. Temos um discurso que a única certeza que temos na vida é a morte. Mas quando ela fica tão em evidência, assustamos. Ninguém está preparado para ela. Ficamos comovidos, não entendemos o motivo. As tragédias mostram a fragilidade da vida. E isso assusta. E muito. Fica aquela sensação, para muitos, que ela vai bater na porta da nossa casa.

Hoje, menos de uma semana da tragédia do Ninho do Urubu, no Rio, em um acidente trágico de helicóptero, Ricardo Boechat morre. Um dos grandes expoentes do jornalismo brasileiro. Em um tempo de superficialidade, corrida a todo custo pela notícia, a perda de Boechat abala, causa estrago.

Essa perda também causa reflexão em outras áreas. Qual é o legado que tem deixado? A principal herança que vamos deixar nessa vida é a diferença que fazemos na vida dos outros. Ou seja, como e quanto impactamos o próximo. E isso será visto através das reações das pessoas. Com Boechat foi assim. Como tem sido a sua reação e ação perante os fatos da vida?

Outro fato que essas tragédias ensinam são que, às vezes, nós mesmos contribuímos para causá-las (não que seja o caso do Boechat). E sim, passamos por tragédias. Podemos passar por tragédias diárias, tragédias sazonais. E como a temos enfrentado?

Tragédias: Medo de 2019?

E não, não devemos ter medo de 2019. O princípio desse ano tem mostrado como a vida é um sopro. Somos como neblina. Ela vem e vai embora muito rápido. Tudo passa muito rápido. Não importa a faixa etária. Podem ser adolescentes, jovens, pais de família, experientes.

Brumadinho, chuva no Rio, Ninho do Urubu, Ricardo Boechat, por diferentes motivos, mostram sobre a fragilidade da vida. Sonhos interrompidos de maneira brusca. Como temos vivido a vida?

 

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1 Resultado

  1. 18 de fevereiro de 2019

    […] Clique aqui para ler sobre as tragédias que abalaram o Brasil nesse ano […]

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